HISTÓRICO

O SENGE atua há 75 anos em defesa da Engenharia. Veja abaixo a linha do tempo do Sindicato.

1940

Data de fundação da Associação dos Engenheiros do Rio Grande do Sul, embrião do SENGE.

1942

É criado o Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio Grande do Sul, tendo como primeiro presidente o engenheiro José Maria de Carvalho.

1944

Realizada assembleia para eleger o primeiro conselheiro do Sindicato junto ao CREA-RS.

1945

Assume o engenheiro Diego Gonzales Blanco, que exerceu a presidência até 1951. Neste intervalo, o movimento pró-fixação do Salário Mínimo do Engenheiro ganhava repercussão nacional.

1951 A 1953

O engenheiro Aroldo Mello Silveira assume a presidência do Sindicato.

1954 A 1964

Período sob o qual o Sindicato esteve dirigido pelo engenheiro Armindo Beux. Sua gestão dedicou-se às articulações nacionais para a constituição da FNE – Federação Nacional dos Engenheiros, para a qual foi eleito presidente. Durante um de seus mandatos, em 1956, o Sindicato adquiriu sua primeira sede própria e produziu a primeira tabela de honorários profissionais. Beux também foi um dos principais responsáveis pelo desenvolvimento do Código de Ética Profissional e pela aprovação da Lei 4950-A.

1969

A sede do Sindicato muda para a Rua General Andrade Neves, 301, no Centro de Porto Alegre.

1978

Acontece a inédita eleição com chapa de oposição. Beux é vencido pelo movimento Fortalecimento Sindical, liderado pelo engenheiro Homero Simon e constituído por um núcleo de profissionais experientes e uma grande maioria de jovens, recentemente egressos do movimento estudantil.

Sob a coordenação e liderança de Homero, o Sindicato abe-se à participação de todos os diretores e torna-se ativo participante junto ao movimento social e sindical, somando-se à luta pelo retorno da democracia no país.

Assim foi realizada uma grande campanha de sindicalização, que em pouco tempo dobrou o número de sócios. Aos gabinetes, odontológico e médico, únicos serviços até então prestados aos associados, incorporou-se uma assistência jurídica reestruturada e ampliada. O Sindicato volta para o prédio da Sociedade de Engenharia, na Travessa Engenheiro Acilino de Carvalho. Em poucos meses a gestão recém eleita faz circular a primeira edição do jornal “O Engenheiro” e providencia uma radiografia completa da engenharia no Estado, através da primeira pesquisa de base estadual com representatividade estatística, a qual veio a fundamentar e tornar exitoso o dissídio originário da categoria dos engenheiros.

1979

O Sindicato apresenta a centenas de associados, em histórica Assembleia Geral, a proposta de pauta de reivindicações para instaurar o dissídio coletivo originário.

1984

O engenheiro Homero conclui a sua segunda gestão e o SENGEpassa a ser dirigido por outros integrantes do mesmo movimento. Nessa linha, o primeiro foi o engenheiro Pedro Bisch Neto, um dos articuladores do grupo que havia redefinido o papel e a postura político-ideológica do Sindicato. As novas diretrizes sustentavam-se sobre um princípio de independência em relação aos partidos políticos, reflexo das discussões sobre o futuro do movimento sindical ocorridas no Congresso das Classes Trabalhadoras (CONCLAT), em agosto daquele ano.

No período foram realizados os primeiros acordos coletivos, principalmente junto a empresas estatais como a CEEE, a Companhia Riograndense de Mineração (CRM) e outras. O Sindicato também tomou parte nas discussões sobre privatizações, denunciou o desmantelamento das estruturas de pesquisa em todos os níveis, ingressou na luta pelo Salário Mínimo Profissional e apoiou greves como a da CIENTEC, provocada pela falta de uma política estadual para a Ciência e Tecnologia.

1987

Bisch é reeleito e, logo em seguida, sai também vitorioso na eleição para o CREA-RS. Quem assume a presidência do SENGEé o vice-presidente, o engenheiro Jorge Luiz Gomes. Neste momento, o Sindicato engaja-se às lutas da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), visando influenciar as mudanças constitucionais que se avizinhavam com a formação da Assembléia Nacional Constituinte.

Simultaneamente, o Sindicato adquire sua sede no oitavo andar do edifício nº 22 da Avenida Otávio Rocha - um imóvel de 350 metros quadrados – dotando o mesmo de uma estrutura física apta para atender à grande demanda de serviços pelo quadro social.

Neste período, a entidade ganhava força na ação política, com a coordenação da Federação Intersindical de Profissionais Universitários, na qual Jorge Luiz Gomes foi eleito como primeiro presidente.

1990

O engenheiro Jorge Luiz Gomes disputa as eleições e é eleito presidente. O Sindicato volta-se, então, à montagem de uma estrutura de serviços qualificados, que pudesse oferecer vantagens em relação ao mercado e que não estaria ao alcance do profissional senão através do esforço da entidade à qual estava associado.

1993

Assume a presidência o engenheiro Fermin Perez Camison. Nesta época, a preocupação em montar uma estrutura que suportasse o crescimento do Sindicato, visualizando, ao mesmo tempo, as profundas alterações provocadas pelo desenvolvimento tecnológico, tomou a década de 90 inteira.

1996

Fermin é reeleito e consolida-se a idéia do SENGE como uma estrutura modelar de apoio ao exercício da profissão e de prestação de serviços aos seus associados, forte na representação profissional e nas negociações e ágil e preciso na criação de estruturas de apoio ao exercício da profissão. Como resultado desta concepção, em 1998 o Sindicato começa a construção de sua nova sede na Avenida Érico Veríssimo, nº 960.

1999

O engenheiro Marcos Newton Pereira assume a presidência, enfrentando o desafio de tornar operacionais os mais de 1500 metros quadrados construídos para a nova sede. Para este fim, implanta os primeiros controles de processos administrativos e gerenciais, que permitiam monitorar os desempenhos dos diversos setores de serviços, bem como a evolução do quadro social. Na gestão de Pereira também se realiza a segunda pesquisa quantitativa no âmbito estadual, atualizando e ampliando a pesquisa anterior e permitindo um amplo diagnóstico da realidade do exercício da profissão no Rio Grande do Sul.

2002

Assume a presidência o engenheiro Joel Fischmann, destacando-se no período o esforço do Sindicato no sentido de ampliar as negociações coletivas, especialmente na área pública. São desenvolvidos os estudos e implantado o plano de previdência privada SENGE Previdência, juntamente com a Fundação CEEE.

2005

Joel Fischmann é reeleito, sendo os esforços concentrados na ampliação das negociações, quando o SENGE passa a representar os profissionais na quase totalidade das empresas públicas do Estado.

2008

O engenheiro agrônomo José Luiz Azambuja é eleito presidente, definindo como bandeiras de sua gestão a ética e a transparência, diante de uma participação efetiva de todas as instâncias de representação do Sindicato. Entre as conquistas de seu primeiro ano à frente da entidade estão a ampliação dos serviços prestados aos associados e a definição das metas da gestão, através de um planejamento elaborado com a participação de todos os níveis diretivos do SENGE.

2011

José Luiz Azambuja é reeleito para um segundo mandato. Destaque para a ampliação da participação feminina e dos profissionais de arquitetura na diretoria, bem como uma maior integração com os diretores dos Núcleos Regionais, Representantes Sindicais e Conselho Técnico Consultivo.

2012

Celebrados os 70 anos de fundação do Sindicato.

2013

O Sindicato lança o portal Conexões Engenharia, pioneiro no País à disponibilizar exclusivamente a engenheiros e empresas oportunidades de trabalho e qualificação.

2014

O engenheiro mecânico Alexandre Mendes Wollmann é eleito presidente do SENGE. Destaque para a realização do Concurso Nacional de Projetos Arquitetônicos destinado à expansão da sede do Sindicato.

2017

Alexandre Mendes Wollmann é reeleito presidente do SENGE. Celebrados os 75 anos da entidade.