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EMPOSSADOS OS NOVOS GOVERNANTES, É HORA DE DIALOGAR.

O SENGE, mais uma vez, se coloca à disposição para dialogar e contribuir com a retomada do crescimento e do desenvolvimento.

Em sua posse como governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, defendeu a união das forças políticas do Estado e a construção de convergências e consensos estratégicos. O vice-presidente do SENGE, José Luiz Azambuja, esteve presente na solenidade.

O tom conciliatório do discurso realizado na cerimônia no Palácio Piratini também se estendeu aos funcionários públicos, com a promessa de que será mantido um canal aberto de diálogo com esta categoria “para servir juntos aos gaúchos”. O governador também salientou que seu governo será sustentado por três pilares: o primeiro da gestão pública, técnica e responsável, o segundo do crescimento sustentável e planejado estrategicamente, e o terceiro do desenvolvimento humano e social.

O SENGE, mais uma vez, se coloca à disposição para contribuir com a retomada do crescimento e do desenvolvimento do Estado, como vem fazendo a várias gestões. Diversas contribuições já foram apresentadas ao governador Eduardo Leite, em evento realizado na sede do Sindicato na ocasião da campanha eleitoral, oportunidade em que foi apresentada uma Pauta Mínima para a Administração Estadual baseada em sugestões nas áreas da Engenharia e Agronomia. Dessa forma, também esperamos o reconhecimento das instituições e dos seus servidores, responsáveis pela pesquisa, planejamento, construção e implementação de políticas públicas fundamentais à sociedade gaúcha.

Em nível federal, o SENGE se alinha ao posicionamento das seis maiores Centrais Sindicais no sentido de enfrentar a polarização que em nada contribui para a nossa sociedade, e buscar construir um diálogo com o governo Bolsonaro em benefício dos trabalhadores. Reconhecendo que faz parte do jogo democrático a negociação e a construção de consensos políticos, econômicos e sociais, as entidades afirmaram por meio de carta ao presidente que não abdicarão do direito constitucional e democrático de defender e lutar por um programa que contemple a geração de trabalho decente, a valorização do salário mínimo e o fortalecimento das negociações coletivas. (Leia a íntegra do documento)

O SENGE também seguirá atento aos processos de desestatização de empresas públicas, como a Petrobrás e Eletrobras, somando esforços à defesa do patrimônio público estratégico e da soberania nacional.

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