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Uberização do trabalho é tema do Ciclo de Palestras SENGE. Evento gratuito, participe!

Realizado pelo Conselho Técnico Consultivo do SENGE, evento debate as mudanças do mercado de trabalho. A próxima palestra acontece no dia 26 de setembro, às 18h, com o economista José Dari Krein. A participação é gratuita.

Com o objetivo de ampliar e aprofundar a discussão sobre as recentes mudanças no mundo do trabalho e na sociedade, o Sindicato dos Engenheiros promove o Ciclo de Palestras SENGE, que tem como tema a “Uberização do Trabalho”. O evento é realizado pelo Conselho Técnico Consultivo do SENGE (CTC) que, no estudo da uberização do mercado do trabalho e da indústria 4.0, criou uma comissão para aprofundar o assunto formada pelos engenheiros Luiz Antônio Grassi, Arnaldo Dutra, Gerson Cavassola e Vinicius Galeazzi.

A próxima palestra do Ciclo será com o professor do Instituto de Economia da Unicamp, José Dari Krein, que falará sobre "A Reforma Trabalhista:precarização do trabalho e comprometimento das fontes de financiamento da seguridade social".  O evento tem entrada gratuita e ocorre às 18h, no dia 26 de setembro, no auditório do SENGE.

Ao longo da programação, estão previstas ainda outras palestras que englobam assuntos transversais ao tema da uberização, como a financeirização da economia e do mercado do trabalho, a indústria 4.0 e tecnologia da informação, os aspectos do trabalho intermitente e sem vínculos, a Reforma Trabalhista e a precarização do mercado do trabalho, a desestruturação das fontes de financiamento da seguridade social, a ação corporativa e o protagonismo social e político dos sindicatos e o cooperativismo digital.

As palestras ocorrem sempre a partir das 18h, no auditório do SENGE, e são gratuitas. Participe!


Próximo evento:

A Reforma Trabalhista: precarização do trabalho e comprometimento das fontes de financiamento da seguridade social

26 de setembro (quarta-feira), 18h

JOSÉ DARI KREIN - Docente da Universidade Estadual de Campinas, possui doutorado em Economia Social e do Trabalho pela Universidade Estadual de Campinas (2007), mestrado em Economia Social e do Trabalho pela Universidade Estadual de Campinas (2000) e graduação em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (1982). Tem experiência na área de Economia, com ênfase em Emprego, Relações de Trabalho, Sindicalismo e Negociação Coletiva. Professor do Instituto de Economia da Unicamp, Pesquisador e diretor do CESIT (Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho). Membro da diretoria da ALAST (tesoureiro) no mandato 2010-2013. Presidente da ABET (2007-2009). Membro da comissão de apoio à ABET no mandato atual, membro da GLU (Global Labor University).


Eventos anteriores:

04 de setembro (terça-feira), 18h

Papel da Engenharia brasileira na saída da crise

PEDRO CELESTINO DA SILVA PEREIRA FILHO - Engenheiro civil especializado em Transportes, formado pela PUC-RIO em 1967. Preside a Internacional de Consultoria e Planejamento S.A. (ICOPLAN), empresa de engenharia consultiva com serviços realizados em quase todos os Estados brasileiros, desde 1975. É membro vitalício do Conselho Diretor do Clube de Engenharia. Representou o Clube no CREA-RJ por nove anos e na Federação Brasileira de Associações de Engenheiros (FEBRAE) por seis anos. Fez parte da direção da Associação Brasileira de Consultores de Engenharia (ABCE) por três anos. Foi membro do Conselho Diretor da Associação Comercial do Rio de Janeiro por dois anos. É o atual presidente do Clube de Engenharia.  Veja aqui como foi o evento e assista a palestra na íntegra!


16 de agosto

O protagonismo sindical frente às mudanças tecnológicas e à reforma trabalhista

Economista e doutora em desenvolvimento econômico pela UNICAMP, pesquisadora na área de relações de trabalho, gênero e sindicalismo e assessora sindical. Veja aqui como foi e assista ao vídeo do evento.

 


31 de julho

O trabalhador intermitente, o trabalhador autônomo e a uberização do trabalho

LUDMILA COSTHEK ABÍLIO - Doutora em Ciências Sociais pela UNICAMP (2011); graduada em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da USP (2001) e mestra em Sociologia pela Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da USP (2005). Veja aqui como foi e assista ao vídeo do evento.


19 de julho 

A crise estrutural do capital na economia brasileira e o fenômeno da uberização

DAVID DECCACHE - Economista (UFRRJ) e Mestre em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Atualmente é assessor econômico na Câmara dos Deputados Federais e membro do Núcleo de Estudos em Economia e Sociedade Brasileira (NEB - UFF). Tem se dedicado à análise das causas estruturais da crise brasileira da década de 2010.Veja aqui como foi e assista ao vídeo do evento.


28 de junho

Internet das Coisas, Indústria 4.0 e tecnologia da Informação e suas implicações no mercado de trabalho

SÉRGIO BAMPI - Professor e coordenador do Instituto de Informática da UFRGS, bacharel em Física, Mestre em Engenharia Eletrica Microeletronica, Doutor em Engenharia Elétrica - Microeletrônica (Stanford University, USA, 1986), com pós-doutorado pela mesma instituição. Veja aqui como foi e assista ao vídeo do evento.


10 de maio

Financeirização da economia e do mercado do trabalho no contexto da geopolítica mundial

ENÉAS DE SOUZA - Economista, com mestrado pela Unicamp, foi presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul – BRDE, diretor de Planejamento da Financiadora de Estudos e Projetos e secretário de Estado de Ciência e Tecnologia do RS. Foi do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) do Ministério da Justiça. Na palestra, o economista  falou sobre o enquadramento da dinâmica econômica mundial e nacional que está por trás da situação da precarização do trabalho em evento realizado no SENGE. Veja aqui como foi e assista ao vídeo do evento


 

SAIBA MAIS SOBRE O CICLO DE PALESTRAS SENGE: UBERIZAÇÃO DO TRABALHO

A Reforma Trabalhista, a terceirização das atividades fim das empresas, bem como o congelamento por 20 anos do orçamento do País, aliadas à proposta de Reforma da Previdência, estão gerando precarização das formas de trabalho, fragilização das leis de proteção social, desmonte do Estado e dos meios de produção e consequente empobrecimento da família brasileira.

Olhando-se o conjunto das políticas implantadas, desde o começo do atual governo, essas medidas fazem parte de um ajuste do mercado do trabalho do Brasil às exigências e tendências da economia financeirizada do mercado internacional. Justificando ajuste fiscal para priorizar o pagamento dos juros da Dívida Pública, o atual governo está entregando as riquezas e produções do País às grandes potências, debilitando o Estado e instituições, pela privatização de divisas, enfraquecendo nossas empresas, nossa tecnologia e capacitação técnica, mas principalmente pondo em risco a soberania e o patrimônio nacionais.

Essas mudanças, rapidamente implementadas, ampliam um processo de "uberização" do mercado de trabalho, novo estágio de exploração, focado no trabalho autônomo e no emprego de tecnologia de informação e sem a cobertura de direitos sociais. Tudo está acontecendo com pouca resistência pela sociedade.

Proposta do evento:

Buscar na literatura elementos para a análise e realizar reuniões abertas do Conselho, convidando palestrantes para ampliar e aprofundar estudo sobre a contextualização, o fenômeno e a repercussão, sobre o mundo do trabalho e na sociedade, do processo de uberização, aliada à precarização do trabalho e a repercussão da rápida evolução tecnológica.

Assuntos abordados:

  • Financeirização da economia e do mercado do trabalho no contexto da geopolítica mundial;
  • Economia planejada e de dependência; Indústria 4.0 e tecnologia da Informação e suas implicações no mercado de trabalho;
  • Crise estrutural do capital na economia brasileira como causa do fenômeno da uberização;
  • O trabalho intermitente e sem vínculos e a uberização do mercado de trabalho;
  • A reforma trabalhista e a precarização do mercado do trabalho, desestruturação das fontes de financiamento da seguridade social;
  • A ação corporativa e protagonismo social e político dos sindicatos;
  • Cooperativismo Digital.

 

 

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