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Palavra do Engenheiro: SENGE alerta para as consequências da falta de diálogo na gestão de Porto Alegre e para os prejuízos da privatização da Eletrobras

Os danos da falta de diálogo na gestão de Porto Alegre e da privatização da Eletrobras foram abordados na coluna do SENGE publicada pelo Correio do Povo nessa segunda-feira (11).

A intransigência e a falta de diálogo da atual gestão municipal de Porto Alegre se materializam na calamidade que tomou conta de serviços como coleta de lixo, conservação de vias, transporte urbano, precarização do atendimento em saúde, saneamento e educação. É o que alerta o Sindicato dos Engenheiros na coluna Palavrado Engenheiro, publicada pelo jornal Correio do Povo nessa segunda-feira (11).

No texto, o sindicato ilustra como a desvalorização profissional é apenas uma das estratégias adotadas pela Prefeitura no seu projeto de desestruturação e desmonte do patrimônio público. O ataque ao funcionalismo público, por meio da redução da remuneração pelo aumento da contribuição previdenciária e do reajuste zero em 2017, além de constrangimentos e ameaças de parcelamento dos salários e do 13º, contraria os números indicados pela própria prefeitura, que mostram que a arrecadação superou em até três vezes a projeção da folha.

O texto Lembra, ainda, que as consequências desta velha fórmula pairam sobre toda a sociedade porto-alegrense, que pena com a precariedade dos serviços públicos, com a falta de segurança e com a perda de conquistas sociais como a gratuidade da segunda passagem. “Hoje, Porto Alegre está estagnada e tende à inócua asfixia política e administrativa, na qual o diálogo e o planejamento dão lugar à radicalização e à polarização de ideias. Autoritarismo, ataques aos servidores e às conquistas sociais são atitudes pelas quais, é obvio, não encontraremos soluções.”

PRIVATIZAÇÃO DA ELETROBRAS

A publicação também destaca a repercussão que a eventual privatização da Eletrobras poderá ter sobre a economia gaúcha, especialmente da Metade Sul, uma vez que a reforma “abre as portas da maior empresa brasileira de geração de energia elétrica ao capital estrangeiro, ameaçando a manutenção das atividades da Usina de Candiota e de toda a cadeia produtiva ligada ao setor na região”, alerta. Em Candiota e toda a cadeia produtiva ligada ao setor na região, a Usina é responsável por gerar 2.500 empregos diretos em risco e mais 10 mil indiretos. Para o Sindicato dos Engenheiros, é inegável que tal medida acarretará em aumento de tarifa para o consumidor final, além de imensurável prejuízo para o setor e a Engenharia nacional.

Clique e leia na íntegra a Palavra do Engenheiro.

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